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Últimas Notícias de Ciência |
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As Perseidas 2010 - ORION oferece Meteoros |
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Nas noites de 12, 13 e 14 de Agosto a ORION vai oferecer Perseidas aos participantes nas sessões.. Durantes as sessões de Âncora, Tibães e Serra D´Arga os participantes poderão observar, ficar a saber mais e levar meteoros para casa. Das chuvas de meteoros talvez a mais conhecida entre todas seja a das Perseidas, certamente por ocorrer numa época do ano em que a sua observação é fácil. As chuvas de meteoros são popularmente mais conhecidas por chuvas de estrelas. Esta denominação aparece pelo desconhecimento da origem dos traços originados pela entrada que um meteoro pode provocar na atmosfera. Esta chuva tem o seu nome derivado de que o seu radiante, ou seja, o seu ponto de origem parece provir da constelação Perseu, mais concretamente das proximidades da estrela gamma persei. Esta chuva é formada por meteoros rápidos, com velocidades de entrada na atmosfera de cerca de 59km/s e é provocada pela intersecção da órbita da Terra com a órbita do cometa Swift-Tuttle, descoberto em 1862.
Este ano parece ser, segundo várias estimativas um dos melhores anos para a chuva das Perseidas, e a Lua este ano não estará presente para atrapalhar porque põe-se logo a seguir ao Por do Sol. A seguir a nossa estrela temos Mercúrio, a Lua, Saturno Vénus e Marte, um belíssimo conjunto para um belo fim de tarde. O ponto máximo, ou o pico máximo desta chuva este ano irá ocorrer na noite de 12 para 13 logo que o radiante comece a subir no horizonte. A média zenital esperada é de cerca de 30 meteoros (na sua maioria serão pequenos e ténues) por hora com velocidades de cerca de 30 a 60km/s. A constelação do Perseu começa a surgir no horizonte perto das 22:00 e perto da meia-noite já estará totalmente acima do horizonte. Não precisa de nenhum equipamento especial para observar as chuvas de estrelas. Apenas é necessário que as condições climatológicas permitam ver o espectáculo. A previsão é de céu limpo portanto é de aproveitar. A Lua não vai causar problemas este ano. É natural que os observadores que observem um evento destes pela primeira vez, achem muito desanimador por conseguir ver poucos meteoros ou nenhum, mas este tipo de eventos requer paciência e persistência. Será necessário esperar que o radiante suba no horizonte para o número de meteoros aumentar. Não basta vir à rua, olhar para o céu durante cinco minutos e esperar ver de imediato alguma coisa. As palavras chave para uma noite de sucesso são: paciência e persistência. O lugar de observação deve ser o mais afastado possível da poluição luminosa. O mais longe possível das cidades, porque quanto mais escuro for o céu mais meteoros ténues se poderão observar. Se pretende observar de sua casa, apague todas as luzes possíveis e espere cerca de 15 minutos para os seus olhos se ambientarem totalmente ao escuro. Para que a observação seja confortável leve para o local uma cadeira de praia (espreguiçadeira) em que o encosto possa ficar inclinado, ou então um saco cama para poder ficar deitado. Quanto mais confortável estiver melhor será a experiência. Se a noite estiver fresca, não esquecer da roupa adicional para proteger do frio e da humidade. Não tente focar a sua observação num objecto concreto, porque em pouco tempo perde o seu campo de visão alargado para ficar fixo num único objecto. Tente observar em direcções diferentes (se bem que, pela lei de Murphy verificará que os melhores meteoros vão sempre aparecer no local para onde não está a olhar). (adaptado de Astro.pt) |
 | | Membros da Orion |
Nos dias 1 e 2 de Maio realizou-se em Montalegre uma actividade que contou com a participação de dois astronomos da Orion: Benjamim Ribeiro e Carla Pereira. |
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Prémio internacional IYA2009 – Mani Bhaumik. |
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A ORION concorreu ao prémio internacional IYA2009 – Mani Bhaumik. O júri de avaliação, das propostas nacionais, já fez a sua escolha e deliberou escolher a proposta “The Starry Sky is for All (O Céu Estrelado é para Todos)”, enviada pelo Museu da Ciência da Universidade de Coimbra. O vencedor é sem dúvida um projecto de enorme qualidade e que comprova o excelente trabalho executado no nosso país durante o Ano Internacional da Astronomia. É importante, no entanto, referir que os sete projectos nacionais (apresentados a concurso) cinco foram projectos de entidades geridas com capacidade orçamental que lhes permite ter recursos, materiais, profissionais e outras pessoas a tempo inteiro ao serviço dos seus projectos. Este factor possibliita, sem dúvida, elevar a níveis "insuperáveis" o raio de acção, os níveis de participação e qualidade execução dos projectos. Apenas duas instituições sem fundos próprios de financiamento apresentaram candidatura - a ORION e o GRUPO ATALAIA. Apesar de preteridos, em relação aos restantes, estes dois trabalhos elevam sem dúvida o valor das candidaturas nacionais e provalvelmente mereceriam, pela entidade promotora do prémio, uma categoria de concurso diferenciada que lhes permitisse concorrer em igualdade de circunstâncias com outras entidades do mesmo tipo. A direcção da ORION deixa aqui um agradecimento público aos dinamizadores directos do projecto da nossa Associação - Benjamim Ribeiro, David Silva e João Vieira - que trabalharam neste e em mais de uma centena de actividades de divulgação durante todo o ano de 2009. |
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