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Últimas Notícias de Ciência |
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Actividades de Verão 2011 |
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As actividades de Verão realizadas até agora em 2011 decorreram com muita participação do público. Foram centenas de pessoas que participaram nas actividades de Astronomia, Biologia e Geologia no Verão realizadas pelos monitores da ORION nos distritos de Braga, Viana, Vila Real e Porto. O programa deste ano decorreu, como é hábito, desde o dia 15 de Julho até 15 de Setembro. Como é tradição, as actividades mais concorridas foram as de Astronomia. As sessões, apesar do Agosto nublado e chuvoso foram um sucesso com uma participação média de 80 participantes sempre entusiasmados e interessados em saber mais. Durante as sessões foi possível observar com telescópios, assistir a palestras, visualizar filmes e apresentações ou apenas percorrer a pé algumas regiões de interesse geológico e Biológico observando à distância a fauna e flora autóctone do litoral de Esposende. O programa das 52 sessões que a ORION organizou pode ser encontrado na página do Ciência Viva. As sessões de maior impacto, no concelho de Braga, foram sem dúvida as realizadas no Bom-Jesus, as realizadas nas praias e as sessões no Mosteiro de Tibães. Nesta última realizaram-se palestras muito concorridas e participação nas sessões de observação foram das mais participadas. Alguns participantes tiveram ainda oportunidade de levar para casa algumas recordações como planisférios e meteoros. Os Programas da Biologia e da Geologia também decorreram a bom ritmo com muitos jovens a participar acompanhados pelos seus pais e familiares. As famílias aproveitaram a hora de maior calor para fugir da praia e desfrutar um pouco da zona ribeirinha de Esposende e Fão. Podem ainda participar nas actividades que decorrem durante o mês de Setembro. As próximas actividades da ORION serão colocadas no site http://orion.gualtar.com para consulta. No entanto poderemos já adiantar que será realizado um curso de iniciação à Astronomia e também um acampamento de observação astronómica em Novembro. |
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Depois do Natal e do Ano Novo, a ORION tem realizado habitualmente um jantar de Reis para celebrar o regresso da “estrela de Belém“. Este ano realizou-se mais um com a maioria dos elementos da direcção presentes. Não foi um jantar muito concorrido (a crise está mesmo aí) mas foi um jantar bem animado onde os presentes puderam discutir as actividades em curso e ainda algumas ideias para o futuro. As maiores preocuções actuais são: as núvens, as verbas e os financiamentos para este ano e também a manutenção das actividades mais importantes – Jantar com o Cientista, Palestras em Escolas, os protocolos com a Universidade do Minho e Escolas, os Cursos de Astronomia, as habituais Sessões de Planetário em Escolas e os Acampamentos Astronómicos!
Da conversa ficou pelo menos uma garantia: não vai faltar mão de obra e vontade de trabalhar. |
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Depois de um trabalho premiado a nível nacional, na vertente da Fotometria (Detecção de Planetas Extrasolares), a ORION preparou agora, em parceria com a Universidade do Minho, um projecto na área da Espectroscopia Estelar. Com esse objectivo decorreu, durante todo o fim semana, um curso ministrado pelo Astrónomo José Ribeiro nas instalações da associação ORION em Gualtar. O curso foi de extraordinária qualidade tendo o formador, dentro da sua experiência pessoal, desenvolvido com o formandos um conjunto de competências que no futuro lhes vão permitir usar o espectroscópio disponibilizado pela Associação no observatório astronómico de Gualtar. Este curso nasceu de uma parceria com o departamento de Física da UM e tem, como objectivo, a colaboração nos Mestrados deste departamento. Apesar deste ser o objectivo primordial, cedo a ideia ganhou adeptos entre os associados e o curso contou com cerca de 15 participantes. As sessões estiveram divididas em duas partes: a vertente do equipamento (montagem de espectrocópios e sua manipulação) e uma outra, mais científica, de tratamento espectral e aplicações espectroscópicas no âmbito da Astrofísica estelar. Os presentes puderam ainda, durante o curso, desenvolver competências sobre as aplicações da espectroscopia na Astronomia e ainda as técnicas que podem ser usadas na detecção da composição química de estrelas, no calculo de distâncias, na temperatura das estrelas, na medição do seu diâmetro, na classificação das suas fases de "vida" e na interpretação das interações das estrelas com outras estrelas e com planetas extra-solares. Podem ainda ser estudados por esta técnica quasares a grandes distâncias e também núvens moleculares de gás dentro da nossa galáxia. Desta aprendizagem foi criado um grupo de trabalho que irá desenvolver projectos de investigação nesta área, no observatório de Gualtar, tentando contribuir com dados para pesquisas internacionais. Além deste grupo de trabalho o espectroscópio, agora instalado, estará ainda ao dispôr dos docentes e alunos de Mestrado da Universidade do Minho, envolvidos neste projecto, que irão usar os instrumentos disponibilizados pela ORION no desenvolvimento trabalhos de investigação nas componentes científica e pedagógica. |
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As Perseidas 2010 - ORION oferece Meteoros |
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Nas noites de 12, 13 e 14 de Agosto a ORION vai oferecer Perseidas aos participantes nas sessões.. Durantes as sessões de Âncora, Tibães e Serra D´Arga os participantes poderão observar, ficar a saber mais e levar meteoros para casa. Das chuvas de meteoros talvez a mais conhecida entre todas seja a das Perseidas, certamente por ocorrer numa época do ano em que a sua observação é fácil. As chuvas de meteoros são popularmente mais conhecidas por chuvas de estrelas. Esta denominação aparece pelo desconhecimento da origem dos traços originados pela entrada que um meteoro pode provocar na atmosfera. Esta chuva tem o seu nome derivado de que o seu radiante, ou seja, o seu ponto de origem parece provir da constelação Perseu, mais concretamente das proximidades da estrela gamma persei. Esta chuva é formada por meteoros rápidos, com velocidades de entrada na atmosfera de cerca de 59km/s e é provocada pela intersecção da órbita da Terra com a órbita do cometa Swift-Tuttle, descoberto em 1862.
Este ano parece ser, segundo várias estimativas um dos melhores anos para a chuva das Perseidas, e a Lua este ano não estará presente para atrapalhar porque põe-se logo a seguir ao Por do Sol. A seguir a nossa estrela temos Mercúrio, a Lua, Saturno Vénus e Marte, um belíssimo conjunto para um belo fim de tarde. O ponto máximo, ou o pico máximo desta chuva este ano irá ocorrer na noite de 12 para 13 logo que o radiante comece a subir no horizonte. A média zenital esperada é de cerca de 30 meteoros (na sua maioria serão pequenos e ténues) por hora com velocidades de cerca de 30 a 60km/s. A constelação do Perseu começa a surgir no horizonte perto das 22:00 e perto da meia-noite já estará totalmente acima do horizonte. Não precisa de nenhum equipamento especial para observar as chuvas de estrelas. Apenas é necessário que as condições climatológicas permitam ver o espectáculo. A previsão é de céu limpo portanto é de aproveitar. A Lua não vai causar problemas este ano. É natural que os observadores que observem um evento destes pela primeira vez, achem muito desanimador por conseguir ver poucos meteoros ou nenhum, mas este tipo de eventos requer paciência e persistência. Será necessário esperar que o radiante suba no horizonte para o número de meteoros aumentar. Não basta vir à rua, olhar para o céu durante cinco minutos e esperar ver de imediato alguma coisa. As palavras chave para uma noite de sucesso são: paciência e persistência. O lugar de observação deve ser o mais afastado possível da poluição luminosa. O mais longe possível das cidades, porque quanto mais escuro for o céu mais meteoros ténues se poderão observar. Se pretende observar de sua casa, apague todas as luzes possíveis e espere cerca de 15 minutos para os seus olhos se ambientarem totalmente ao escuro. Para que a observação seja confortável leve para o local uma cadeira de praia (espreguiçadeira) em que o encosto possa ficar inclinado, ou então um saco cama para poder ficar deitado. Quanto mais confortável estiver melhor será a experiência. Se a noite estiver fresca, não esquecer da roupa adicional para proteger do frio e da humidade. Não tente focar a sua observação num objecto concreto, porque em pouco tempo perde o seu campo de visão alargado para ficar fixo num único objecto. Tente observar em direcções diferentes (se bem que, pela lei de Murphy verificará que os melhores meteoros vão sempre aparecer no local para onde não está a olhar). (adaptado de Astro.pt) |
 | | Membros da Orion |
Nos dias 1 e 2 de Maio realizou-se em Montalegre uma actividade que contou com a participação de dois astronomos da Orion: Benjamim Ribeiro e Carla Pereira. |
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Visitas à ORION |
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